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WhatsApp lança novo app para micro e pequenas se comunicarem com seus clientes

O WhatsApp quer virar o canal oficial de contato entre empresas e seus clientes. A empresa lançou nesta quinta-feira (18) um novo aplicativo para pequenas empresas trocarem informações com seus consumidores. Entre as novas funções estão a de responder dúvidas e atender reclamações de forma automática, a qualquer hora do dia.

O serviço ainda não está disponível para os usuários brasileiros, mas será lançado nas próximas semanas. Já há testes com alguns usuários em fase piloto.

O app de bate-papo é usado por 1,3 bilhão de usuários em todo mundo. O Brasil é o segundo maior mercado do serviço. Só fica atrás da Índia.

"As empresas já usam o aplicativo para compartilhar informações com seus clientes", disse Metu Singh, gerente de produtos do WhatsApp Business, ao G1. Quatro a cada cinco pequenas empresas no Brasil usam o WhatsApp como ferramenta de trabalho, apontou uma pesquisa da Morning Consult, feita a pedido do Facebook, dona do aplicativo de bate-papo.

O que o novo aplicativo fará é dar recursos adicionais (veja abaixo). O novo programa, chamado de WhatsApp Business, chega a cinco países (Estados Unidos, Indonésia, Itália, México e Reino Unido), mas será levado a outras regiões nas próximas semanas.

As empresas e os pequenos empresários poderão usar o serviço gratuitamente. Basta baixa o app e preencher um cadastro, com endereço, descritivo da empresa e um número de telefone vinculado. Não é necessário informar um CNPJ.

Segundo o WhatsApp, as contas serão verificadas para comprovar que o telefone é mesmo de determinada empresa.

O que muda
O aplicativo traz três grandes novidades para empresas, em relação ao WhatsApp existente:

• Conta comercial;

• Mensagens automáticas;

• Estatísticas.


Testes no Brasil

Fabiano Cardox, dono da loja de uma loja de itens de fotografia do Rio, é um dos testadores no Brasil.

"Quando estou fora do expediente, o recurso de mensagens automáticas ajuda a minimizar a frustração do cliente.

Muitos potenciais clientes podem enviar mensagens a qualquer momento e podem se sentir frustrados quando não recebem brevemente uma resposta", disse.

Fonte: Site G1

Empresa deve indenizar cliente em R$ 3 mil por fornecer internet lenta

Um cliente da Oi, de Muriaé, na Zona da Mata, deve receber da empresa R$ 3 mil em danos morais graças a uma decisão tomada no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), e que foi divulgada em seu site nesta quarta-feira (17).

O cliente contratou um serviço de acesso à internet de 1 megabyte, mas constatou que a velocidade da conexão era sempre menor do que aquela contratada. Diante disso, ele ajuizou ação contra a operadora, pedindo, entre outras demandas, uma indenização por danos morais.

De acordo com o TJMG, a Oi argumentou que todos os serviços solicitados pelo consumidor foram atendidos e executados. A empresa defendeu, ainda, que o cliente tinha sido avisado de que, na região dele, não havia viabilidade técnica para a velocidade contratada. Além disso, de acordo com a provedora, o fato não causava dano à honra.

O relator do recurso, desembargador José Augusto Lourenço dos Santos, analisou que a empresa induziu o cliente ao erro, fazendo-o acreditar que teria cesso a serviço de internet em velocidade superior, mas, posteriormente, alegando indisponibilidade técnica para instalação e cobrando mensalidade e taxa de adesão pelo serviço não prestado. Diante disso, o magistrado ressaltou que a situação causou um abalo psicológico ao consumidor, passível de reparação financeira.

Os desembargadores Juliana Campos Horta e Saldanha da Fonseca votaram de acordo com o relator.

Isso é um bom sinal de justiça favorecendo o cidadão, e ainda conta com a criação uma jurisprudência que vai ajudar milhares de pessoas que são diariamente enganadas no Brasil, pois todos sabemos que nosso serviço de internet é no mínimo, péssimo e caro.

Fonte: O Tempo
Foto: Robert Leal.

Bitcoin chega a subir 10% após forte perda na semana passada

O Bitcoin, a maior e mais conhecida criptomoeda do planeta, caiu quase 30% momentaneamente nesta sexta-feira (22) para US$ 11.159,93 e apesar de ter uma recuperação tardia, teve sua pior semana desde 2013.

Na manhã desta terça-feira (26), pelo horário de Brasília, a moeda era cotada a quase US$ 15 mil, em alta de 7,68%, na bolsa Bitstamp em Luxemburgo.

Rápida valorização
A moeda digital aumentou em torno de 20 vezes desde o início do ano, subindo de menos de US$ 1.000 para US$ 19.666 em 17 de dezembro na Bitstamp e para mais US$ 20.000 em outras bolsas. Mas, desde então, registrou fortes quedas.

Apesar de os investidores e analistas bitcoins acreditarem que o declínio de seu valor foi uma correção natural depois de uma corrida nas cotações, houve novas advertências dos reguladores do mercado e dos bancos centrais.

"Não há preço atual correto que reflitiria a avaliação atual correta", disse Andrei Popescu, co-fundador da COSS, que se descreve como uma plataforma que abrange todos os recursos de uma economia digital baseada em criptografia.

"Embolsar o lucro é certo, enquanto a compra para uma projeção de longo prazo também é correta. Você não precisa estar certo neste mercado, apenas menos errado do que o resto", disse Popescu.

Fonte: G1

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