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As notícias mais recentes sobre criação de sites e tecnologia

Origem do termo SPAM

Quase todo mundo em algum momento, já deve ter se perguntado por que chamamos de SPAM as infames e indesejadas mensagens que não param de chegar.

São muitas as versões a respeito da origem da apropriação da palavra spam. A versão mais comumente aceita, e endossada pela RFC 2635, afirma que o termo originou-se da marca de carne suína enlatada SPAM, da Hormel Foods Corporation, e foi associado ao envio de mensagens não-solicitadas devido a um quadro do grupo de humoristas ingleses Monty Python.

O quadro foi escrito para ironizar o racionamento de comida ocorrido na Inglaterra em meados da Segunda Guerra Mundial. O SPAM foi um dos poucos alimentos excluídos desse racionamento, o que eventualmente levou as pessoas a enjoarem da marca e provocou a criação do quadro.

Esse quadro envolve um casal debatendo com uma garçonete em um restaurante a respeito da quantidade de SPAM utilizada nos pratos. Enquanto o casal questiona por um prato em que não haja a carne enlatada, a garçonete reproduz constantemente a palavra "SPAM" indicando a quantidade (que não é pouca). Eventualmente, a discussão faz com que um grupo de vikings que se encontra no restaurante comece a cantar "SPAM, amado SPAM, glorioso SPAM, maravilhoso SPAM!", obstruindo qualquer chance de conversa dos outros presentes no local.

A Hormel Foods Corporation não se posicionou contra o uso do termo spam para designar o envio de mensagens eletrônicas não-solicitadas após sua popularização, mas passou a exigir que a palavra SPAM em letras maiúsculas seja reservada para designar seu produto e marca registrada.

Existem três versões, menos populares, a respeito da etimologia que associam o termo spam a acrônimos. A primeira afirma que SPAM significa Sending and Posting Advertisement in Mass, ou "enviar e postar publicidade em massa", a segunda que significa Shit Posing As Mail, ou "porcaria fingindo ser correspondência" e a terceira que significa Single Post to All Messageboards, ou "mensagem única para todos os fóruns de discussão."




Fonte: Wikipedia

Criação de domínios .br, de sites no Brasil, ganham novas regras

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) anunciou que vai alterar as regras para liberação de domínios de internet no Brasil (os nossos queridos “.br”) que tenham sido retirados do ar.

As alterações que muda é:

• Liberação de domínios removidos da internet será feita todo mês, e não três vezes ao ano.

• Domínios muito disputados serão vendidos para o maior lance, em vez de ficar congelados após muitos embates.

A nova resolução foi aprovada na última reunião do comitê. Foi o primeiro encontro dos conselheiros desde que entrou no ar a consulta pública proposta pelo governo federal para recolher sugestões de mudança no CGI.br.

A nova regra não diz respeito à criação de domínios novos, ou seja, que nunca foram usados. Trata apenas daqueles que já tinha sido registrados e foram retirados da internet por motivos como:

• Solicitações de cancelamento;
• Não renovação pelo antigo titular;
• Irregularidades.

Esses domínios podem ser angariados em processos de liberação. Até agora, ocorriam só três vezes ao ano, mas serão mensais a partir de setembro.

A proposta é de que este processo se realize nas segunda quartas-feiras de todo mês e devem durar sete dias. O procedimento a ser feito já nos moldes das novas regras ocorrerá a partir de 13 de setembro.
Outra mudança é que os domínios que terminarem a rodada de liberação com mais de um interessado passarão por um novo processo competitivo. As disputas serão leilões, em que vence aquele que oferecer o maior valor.

Os lances podem variar de R$ 50 a R$ 20 mil, dependendo do preço ofertado pelo domínio. Para endereços cuja oferta seja de até R$ 1 milhão, o valor do lance é ilimitado.

Em 13 de setembro de 2017, 400 mil nomes de domínio serão oferecidos a interessados. A lista daqueles que podem passar por uma nova disputa é atualizada enquanto o processo estiver no ar.

Facebook, Google, Airbnb... Como a internet está reagindo à criação de conteúdo neonazista

Cada vez mais empresas de tecnologias estão impossibilitando a criação de conteúdo em sites e blogs, para grupos neonazistas ou que defendam a supremacia branca usem suas plataformas.

A reação das companhias sufoca a atuação desses grupos em três frentes: Infraestrutura, Comunicação e Financiamento.

“Violência, racismo e ódio demonstrados por neonazistas, ‘alt-right’ e adeptos da supremacia branca não deveria ter lugar nesse mundo”, afirmou Brian Chesky, presidente-executivo do AirBnb.

O Facebook deletou páginas de oito grupos de discussão de extrema-direita e cancelou o evento criado para a marcha “União da Direita”.

O fórum de discussão Reddit também deletou a página de uma comunidade usada para espalhar ideias com essa orientação.

Ainda no sábado (12), um grupo de usuários do Twitter criou um perfil, o Yes, You are a Racist (Sim, Você é Racista), para identificar participantes da marcha.

O Discord foi outro a proibir extremistas. O serviço de bate-papo para gamers cancelou contas de pessoas associadas aos eventos de Charllotesville e desligou o servidor AltRight, servidor ligado ao nacionalista branco Richard Spencer.

Apesar de ser pouco conhecido fora da comunidade dos jogos online, o site tem sido um canal relevante para supremacistas.

Fonte: G1

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